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A terra das Sombras, da série A mediadora 1, eu li e gostei.


Nunca dei muita atenção à série A Mediadora, embora seja fã da Meg Cabot. E nunca pensei em ter os livros, que são total de seis, muito fininhos pro meu gosto.Pra adolescente mesmo.

Suzannah  a personagem principal, era uma adolescente igual a todas as outras se não tivesse um dom especial: a capacidade de ver fantasmas.

Ela é uma mediadora, uma pessoa que tem como missão ajudar essas almas penadas a descansarem em paz.

E isso significa… problemas. Como explicar a mãe ou aos professores que suas travessuras noturnas foram provocadas por… assombrações?

Gente não é que gostei bastante do livro??? Leitura rápida, gostosa e bastante engraçada!!!!! Recomendo!!!!

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Li e assisti Um Dia Vinte Anos


Não sou uma das mais animadas para falar em gosto sobre filmes e livros, até porque como leio muito, tenho uma visão mais seletiva da coisa. Não sou metida não, mas já li muita porcaria e já vi que tem muita gente que gosta de qualquer coisa.

Esse ano que passou, quis muito ler esse livro, muito mesmo. Não achei para trocar no skoob, nem na estante virtual, acabei comprando acho que no submarino mesmo. A capa não me agradou, achei muito anos 70, mas quem sou eu para julgar um livro pela capa!!!!

Todos os blogs e as meninas do skoob, falavam ma-ra-vi-lhas dele. Me joguei no livro né???

Parece que passei o livro todo esperando o tal momento muito, muito emocionante, que não aconteceu… Não é ruim, claro que não, mas é um romance e só!!!!

Escrevi no skoob minha parcial decepção com o livro. Valeu a pena ler, claro, mas ficou por aí… Depois que escrevi minha crítica, algumas meninas tomaram coragem e escreveram algo parecido…

Aï veio o filme!!!! Esperava que agora sim, com essa atriz maravilhosa, que admiro demais, vai engrenar…  e o ator???/ não sei se vcs viram, mas ele fez Across the Universe um dos meus filmes prediletos, em que juntaram várias músicas dos Beatles num musical!!! Muito bom…. Olhem ele aqui….

NÃO MINHA GENTE, CONTINUOU MORNO!!!!! fazer o quê????

Acabou a história… Decepção dupla…

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Comprei


Livro: EXTREMAMENTE ALTO & INCRIVELMENTE PERTO
Autor: Jonathan Safran Foer
Tradução:Daniel Galera
ISBN:85-325-2056-1
Páginas:392
Formato : 14×21
Preço : R$ 47,00 
 

Nunca é possível reconhecer o último momento de felicidade que antecede uma tragédia. Seja ela o ataque às torres do World Trade Center, seja o cruel bombardeio aliado sobre Dresden, que arrasou a cidade e a população civil da histórica cidade alemã na Segunda Guerra Mundial. Portanto, dificilmente há tempo de verbalizar o amor que se sente pelas pessoas próximas que, por um golpe do destino, tornam-se distantes. Esta constatação e os dois acontecimentos históricos guiam Extremamente alto & incrivelmente perto, segundo romance de Jonathan Safran Foer, autor do aclamado Tudo se ilumina, e um dos convidados para a Festa Literária de Paraty 2006.

O principal narrador do livro, Oskar, é um menino extremamente inteligente de 9 anos de idade, sofre com a morte do pai, uma das vítimas do ataque ao World Trade Center, que estava no local da tragédia por um mero acaso: uma reunião no Windows of the World, o restaurante no último andar de uma das torres. A dor de Oskar não vem só da perda, mas do fato de julgar ser o único a ouvir as últimas palavras emitidas pelo pai, deixadas numa secretária eletrônica.

O grande mérito da história de Foer é que Oskar é uma criança intelectualmente bem-dotada, aparentemente maduro para sua idade, mas, ainda assim é uma criança que não tem idéia de como lidar com a dor e usa a imaginação para criar inventos absurdos e escrever cartas para celebridades do mundo científico, oferecendo-se como pesquisador assistente. É essa mesma imaginação fértil que o levará a se transformar em detetive, após encontrar uma chave, que aparentemente nada abre, entre os guardados do pai.

A investigação sobre essa chave lhe abrirá as portas para o mundo real e para a história de sua família, que é contada nas narrativas paralelas de seus avós. Sobreviventes do bombardeio que matou 50 mil civis na cidade de Dresden na Segunda Guerra – que muitos historiadores afirmam ter sido um ataque terrorista perpetrado pelos aliados – os avós de Oskar também viram seu mundo ruir. A avó superou a dor. O avô, não. Ainda assim sobreviveram.

A narrativa é conduzida não apenas por frases e parágrafos, mas também por palavras dispersas, grafismos, cores, fotos, códigos numéricos e textos sobrescritos. Tais recursos são muito mais que maneirismos estilísticos; exemplificam a dificuldade de estabelecer comunicação, de achar as palavras certas no momento certo. Uma inteligente metáfora para os personagens de Foer, pessoas que amam profundamente, mas têm extrema dificuldade em dizê-lo.

Depois conto sobre o livro, escutei maravilhas…